Todo treinador tem seu próprio estilo, uns mais agressivos no cuido de raia, outros preferem poupar um pouco mais, mas o objetivo é o mesmo, deixarem seus pupilos no último furo.
Quando se trata de GP Turfe Gaúcho, aí as diferenças passam a ser mais evidentes, alguns preferem tempear os animais dentro dos trilhos, em uma simulação real do que terão de enfrentar.
Outros fazem à opção de ensinar a se comportar dentro dos trilhos, mas na hora de colocar o relógio, vão para a raia aberta, muito possivelmente por ser aonde ocorrem os floreios tradicionais, ficando mais fácil de se fazer um comparativo.
O fato é que independentemente do estilo adotado, nessa época do ano os cronômetros funcionam diariamente, e das mais variadas formas, haja vista que através dos tempos de seus animais, que os compositores acompanham a evolução locomotora, atlética, e respiratória dos seus alunos.
Além disso, as equipes ainda precisam levar em consideração alguns fatores importantes, como por exemplo: qualidade da raia no dia do toque; peso do jóquei no dia do trabalho em relação ao peso do dia da corrida; vento, clima e estado da raia.
Isso sem falar quando eles vão para o trabalho de de explosão, aquele de parado, aí pesa muito o temperamento, e se sai ligeiro e bem alinhado.
Não é à toa que esse uma das carreiras mais cobiçadas pelos amantes da velocidade, pois são meses de trabalho e dedicação, para uma de decisão de aproximadamente 40 segundos.
Que venha o Turfe Gaúcho, e que vença o melhor!!!!!





